terça-feira, 27 de setembro de 2011

SIMULADÃO: 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS

1- É a ciência e a arte de se representar a superfície terrestre por mapas, cartas e plantas. Dividida em duas vertentes básicas: a sistemática e a temática. Hoje é feita através de fotometria e de sensoriamento remoto por satélite e computadores. Fornece os mapas, fundamentais para a geografia. Estamos falando de:
(A) Cosmologia
(B) Cartomancia
(C) Climatologia
(D) Cartografia

2- Traçados de linhas numa superfície plana, que representam os paralelos e os meridianos. Para representar a esfericidade em um mapa plano, ocorrem certas deformações no desenho. Quanto maior a superfície mapeada, mais a curvatura da Terra apresentará distorções. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos

3- Mantém a proporção com o objeto representado no mapa. Pode ser numérica ou gráfica. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos

4- Camada logo abaixo da crosta, formada por vários tipos de rochas em estado pastoso que recebem o nome de magma. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo

5- Compreende a parte central do planeta, formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo

SIMULADÃO: 2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS

1- Média de habitantes por quilômetros quadrados, divisão da população absoluta pela área de um local. Estamos falando de:

(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica

2- Número de crianças nascidas para cada grupo de mil pessoas. Estamos falando de:

(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica

3- Número de mortes em grupos de mil pessoas ocorridas em um ano em relação ao total da população. Estamos falando de:

(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica

4- Diferença entre a taxa de natalidade e a de mortalidade, em porcentagem, é a única forma de crescimento ou redução da população mundial. Estamos falando de:

(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica

5- Ação do governo em estimular ou dificultar novos nascimentos. Complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, são políticas natalistas. Sobretaxas de imposto para pais que têm mais filhos ou políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, são políticas antinatalistas. Estamos falando de:

(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade

6- Tentativa de controlar o número de filhos, usando-se métodos de contracepção, para evitar a gravidez, ou a esterilização, de modo definitivo e o “aborto”. Estamos falando de:

(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade

SIMULADÃO: 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS

1- É o processo de mundialização da economia. Estamos falando de:

(A) Globalização
(B) Revolução Industrial
(C) Grandes Navegações
(D) Cruzadas

2- Estuda o desenvolvimento territorial, a distribuição demográfica e a riqueza dos países; a política e os fenômenos sociais; vê o estado segundo o espaço. Estamos nos referindo a:

(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária

3- Estuda as relações internacionais vê o espaço segundo o estado. Estamos nos referindo a:

(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária

4- Pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em desempregados e população ocupada. Estamos falando de:

(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)

5- Pessoas que não estão empregadas como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Estamos falando de:

(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A FALTA DE LIDERANÇA E A ‘NOVA’ CRISE

Ultimamente vivemos sempre afetados por rumores de crises sistêmicas do Capitalismo. De fato, o Capitalismo moderno é bem mais suscetível à crises do que os que o sucederam.



Em 1929, houve o Crash da Bolsa de Nova Iorque, que acabou contaminando todo o mundo em questão de meses. Hoje, a contaminação ocorre em tempo real. Além do mais, com o aperfeiçoamento da Globalização da economia e dos aportes de capitais voláteis de um lado para o outro acaba facilitando todo tipo de especulação, o que invariavelmente leva às crises.



O que mais preocupa nesse momento não é a crise em si, e sim a falta de lideranças positivas no mundo atual. Antes havia um John Maynard Keynes e um Roosevelt, nos Estados Unidos, além de vários outros espalhados pelo mundo, como Getúlio Vargas no Brasil, que apesar de populista foi essencial na formatação do capitalismo tupiniquim.

Barack Obama mostrou-se fraco em relação aos assuntos internacionais. E pusilânime quanto nos internos. Pelo fato de não se impor perante o Congresso americano, acabou fortalecendo a oposição e muitos nos Estados Unidos já aventam com a possível volta da era Bush, o que nos dá verdadeira ânsia de vômito.



Na Europa ocorre o mesmo, Angela Merkel também não tem total controle do seu partido, muito menos da política alemã. O Reino Unido às voltas com todo tipo de ingerências, sem líderes que possam fazer algo de positivo. A França vive o dilema dos imigrantes necessários, além da carga horária de trabalho reduzida, o que engessa o país. Itália com o câncer chamado Mussolinni, opa, Berlusconni. São muitas más lideranças, ou liderança nenhuma.



Creio que os Estados Unidos não quebrarão, não ainda. Também estou convencido que a União Europeia sobreviverá a sua maior provação desde a inauguração. E o Brasil, bem, o Brasil tem mais com que se preocupar. A crise aqui não é financeira. É moral!

domingo, 29 de maio de 2011

NÓS, O BOLSONARO E OS GAYS...



Graças àquele filhote da ditadura, o senhor Jair Bolsonaro, temos hoje que aturar todo tipo de vã discussão acerca da sexualidade alheia, não que eu seja contra qualquer manifestação pacífica de qualquer que seja a motivação, quer sexual, quer racial ou econômica.





O problema é que as minorias agora conseguem mais notoriedade e de maneira rápida, tudo por conta de alguns preconceituosos que no afã de esmagar a minoria deram, de mão beijada, as armas que tanto precisavam. Se não houvesse idiotas (e parecem que são maioria, pelo menos na TV), as minorias seriam tratadas e respeitadas sem tanto alarde.







Agora, a nova celeuma é em relação ao kit gay que será distribuído nas escolas (não é um kit composto de camisinha e ky, e sim um material anti-homofobia). Considero essa questão da sexualidade algo que deveria ser restrito às famílias. As escolas brasileiras se mostram incompetentes para seu dever mais básico, que é o de ensinar o B, A BÁ, imagina se meter na escolha sexual dos jovens... seria um desastre sem tamanho.



Não vemos na escola o mínimo de acerto em questões simples de serem debeladas como o combate ao analfabetismo e a universalidade do ensino. Escolas caindo aos pedaços, professores mal pagos, negligência dos governantes. E querem que eu ensine aos filhos da nação a escolher que armas deverão usar na hora do sexo? Ora, senhores, afastem de nós, professores, esse cálice. Nesse quesito o falecido Eneas diz a mais básica das verdades.



Voltando ao retrógrado do Bolsonaro, sua idéia do que é certo e errado deveria ficar restrito apenas ao seu circulo de vivência. As pessoas que como ele pensam em voltar aos tempos da barbárie. Só que, por causa de suas idéias, muitos fanfarrões irão crescer e aparecer, chegando inclusive ao poder em breve.







Depois de termos um afro-descendente na presidência (o FHC se dizia negro), tivemos um trabalhador (Lula), uma mulher (Dilma) e em breve teremos um gay. Eu votaria em um homossexual assumido que se candidatasse, tipo Jean Willys (só que não!) nas próximas eleições, se o voto fosse facultativo, é claro. Seria um voto pelo orgulho gay (apesar de eu ser héterossexual de carteirinha) e pela defesa das minorias (apesar de fazer parte da maioria, mestiço, trabalhador, pobre e obrigado a votar).

domingo, 17 de abril de 2011

Arma de jeito nenhum, ou cada caso é um caso?



Sou totalmente contra a utilização de armas.
Arma é para os covardes. O homem de verdade não precisa dessa muleta.
A violência começa na presunção.



Porém, sou a favor de uma lei que contemple seu uso sob determinadas circustancias. Como vivemos em um país de dimensões continentais e com fronteiras onde há diversos tipos de embates. Onde os povos indígenas se armam. Onde há florestas, bosques e locais descampados, em que animais selvagens podem fazer dos humanos suas vítimas potenciais. Não há como se negar que as armas serão úteis nesses casos.



Agora, armas nas mãos de qualquer um é só nos filmes de farwest. Nos grandes centros deve prevalecer o bom senso, nada de armas nas mão de pessoas desabilitadas e principalmente de quem supostamente as tem em casa pensando que isso lhe daria uma vantagem em relação a algum bandido que por ventura venha a invadir seu domicílio.



Só em filme de bang-bang que o mocinho saca a arma e atira mais rápido que o bandido.
Sou a favor da prevenção e previsão. Se as pessoas passarem a ter atitudes proativas, e ensinarem seus filhos a tê-las também, dificilmente será necessário ter uma arma em casa. Hábitos como trancar portões e portas, não delongar em conversas nas imediações da casa em certos locais onde sabe-se que há perigo. Ter por hábito a mudança no itinerário para evitar o óbvio de ser facilmente seguido, também já ajuda.



Não imputo nas armas o maior dos males. Sou totalmente contra a proibição. Mas, sou totalmente a favor que seja dado o direito de possuí-las apenas aos entes do Estado, preparados para usá-las e aos cidadão que vivem em locais ermos em selvas ou descampados.

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