Sou favorável ao voto nulo e sempre prego esse protesto como forma de tentar mudar a maneira de os políticos verem a política. Mas eu gostaria muito de votar em alguém. Queria alguém com propostas para reduzir o impacto que os animais abandonados e os de rua estão causando na saúde da população.
Vejo campanha contra a dengue, mas não vejo campanhas pra vacinar e castrar os animais domésticos, nem de tirar os abandonados da rua e castrar e vacinar. Se não começarmos já a tirar esses bichanos da rua, fazer o que disse acima e arrumar um lar pra eles em breve a situação estará muito pior.
Também não vejo ninguém se manifestar contra as pragas que viraram os pombos (que causam mais doenças do que rato e barata). Não sou a favor de sacrificar animais, mas como educador, acho que necessitamos de educação ambiental e conscientização dos humanos para evitar que se proliferem esses problemas acima citados.
Eu se pudesse estar na câmara, levantaria essa bandeira, mesmo não sendo do Partido Verde, que, diga-se de passagem, esqueceu-se da sua origem. Hoje o PV fala de tudo, menos do que diz respeito a um meio ambiente salutar, onde nós, os demais animais e as plantas possamos dividir espaço sem que um cause dano aos outros. Doutrinar essa convivência é simples e bastaria que todos os humanos respeitassem a natureza e as leis que a protegem.
As Leis pra isso tudo já existe. Falta por em prática. Poderia ser criado um grupo com integrantes de algumas áreas como controle de zoonose, bombeiros, saúde, educação, sec. esp. de prot. aos animais, além de estagiários de veterinária e ciências ambientais para fazer o trabalho descrito acima. Não seria preciso criar novas secretarias e nem de mais leis. Mas 'eles' adoram isso, criar leis e secretarias, não é?
Sendo assim, continuaremos a ser o animal superior em tese, que se comporta como o inferior na prática.
BIRUTA DIGITAL
Tudo sobre tudo e algo mais: Indicando a direção dos ventos do mundo! Um pouco de cada assunto de interesse. Cidade e Urbanização, Ecologia e Meio Ambiente, População e Demografia, Geoeconomia e Geopolítica, Etc.
Quem sou eu
sábado, 12 de novembro de 2011
Por uma convivência plena...
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terça-feira, 27 de setembro de 2011
SIMULADÃO: 1ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS
1- É a ciência e a arte de se representar a superfície terrestre por mapas, cartas e plantas. Dividida em duas vertentes básicas: a sistemática e a temática. Hoje é feita através de fotometria e de sensoriamento remoto por satélite e computadores. Fornece os mapas, fundamentais para a geografia. Estamos falando de:
(A) Cosmologia
(B) Cartomancia
(C) Climatologia
(D) Cartografia
2- Traçados de linhas numa superfície plana, que representam os paralelos e os meridianos. Para representar a esfericidade em um mapa plano, ocorrem certas deformações no desenho. Quanto maior a superfície mapeada, mais a curvatura da Terra apresentará distorções. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos
3- Mantém a proporção com o objeto representado no mapa. Pode ser numérica ou gráfica. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos
4- Camada logo abaixo da crosta, formada por vários tipos de rochas em estado pastoso que recebem o nome de magma. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo
5- Compreende a parte central do planeta, formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo
(A) Cosmologia
(B) Cartomancia
(C) Climatologia
(D) Cartografia
2- Traçados de linhas numa superfície plana, que representam os paralelos e os meridianos. Para representar a esfericidade em um mapa plano, ocorrem certas deformações no desenho. Quanto maior a superfície mapeada, mais a curvatura da Terra apresentará distorções. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos
3- Mantém a proporção com o objeto representado no mapa. Pode ser numérica ou gráfica. Estamos falando de:
(A) Escala Cartográfica
(B) Coordenadas Geográficas
(C) Projeções Cartográficas
(D) Símbolos Cartográficos
4- Camada logo abaixo da crosta, formada por vários tipos de rochas em estado pastoso que recebem o nome de magma. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo
5- Compreende a parte central do planeta, formado por metais como ferro e níquel em altíssimas temperaturas. Esta camada é a:
(A) Crosta Terrestre ou Litosfera
(B) Manto
(C) Astenosfera
(D) Núcleo
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SIMULADÃO: 2ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS
1- Média de habitantes por quilômetros quadrados, divisão da população absoluta pela área de um local. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
2- Número de crianças nascidas para cada grupo de mil pessoas. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
3- Número de mortes em grupos de mil pessoas ocorridas em um ano em relação ao total da população. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
4- Diferença entre a taxa de natalidade e a de mortalidade, em porcentagem, é a única forma de crescimento ou redução da população mundial. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
5- Ação do governo em estimular ou dificultar novos nascimentos. Complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, são políticas natalistas. Sobretaxas de imposto para pais que têm mais filhos ou políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, são políticas antinatalistas. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
6- Tentativa de controlar o número de filhos, usando-se métodos de contracepção, para evitar a gravidez, ou a esterilização, de modo definitivo e o “aborto”. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
2- Número de crianças nascidas para cada grupo de mil pessoas. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
3- Número de mortes em grupos de mil pessoas ocorridas em um ano em relação ao total da população. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
4- Diferença entre a taxa de natalidade e a de mortalidade, em porcentagem, é a única forma de crescimento ou redução da população mundial. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
5- Ação do governo em estimular ou dificultar novos nascimentos. Complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, são políticas natalistas. Sobretaxas de imposto para pais que têm mais filhos ou políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, são políticas antinatalistas. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
6- Tentativa de controlar o número de filhos, usando-se métodos de contracepção, para evitar a gravidez, ou a esterilização, de modo definitivo e o “aborto”. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
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SIMULADÃO: 3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO (EJA) – PROF° CARLOS
1- É o processo de mundialização da economia. Estamos falando de:
(A) Globalização
(B) Revolução Industrial
(C) Grandes Navegações
(D) Cruzadas
2- Estuda o desenvolvimento territorial, a distribuição demográfica e a riqueza dos países; a política e os fenômenos sociais; vê o estado segundo o espaço. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
3- Estuda as relações internacionais vê o espaço segundo o estado. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
4- Pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em desempregados e população ocupada. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
5- Pessoas que não estão empregadas como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
(A) Globalização
(B) Revolução Industrial
(C) Grandes Navegações
(D) Cruzadas
2- Estuda o desenvolvimento territorial, a distribuição demográfica e a riqueza dos países; a política e os fenômenos sociais; vê o estado segundo o espaço. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
3- Estuda as relações internacionais vê o espaço segundo o estado. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
4- Pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em desempregados e população ocupada. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
5- Pessoas que não estão empregadas como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
A FALTA DE LIDERANÇA E A ‘NOVA’ CRISE
Ultimamente vivemos sempre afetados por rumores de crises sistêmicas do Capitalismo. De fato, o Capitalismo moderno é bem mais suscetível à crises do que os que o sucederam.
Em 1929, houve o Crash da Bolsa de Nova Iorque, que acabou contaminando todo o mundo em questão de meses. Hoje, a contaminação ocorre em tempo real. Além do mais, com o aperfeiçoamento da Globalização da economia e dos aportes de capitais voláteis de um lado para o outro acaba facilitando todo tipo de especulação, o que invariavelmente leva às crises.
O que mais preocupa nesse momento não é a crise em si, e sim a falta de lideranças positivas no mundo atual. Antes havia um John Maynard Keynes e um Roosevelt, nos Estados Unidos, além de vários outros espalhados pelo mundo, como Getúlio Vargas no Brasil, que apesar de populista foi essencial na formatação do capitalismo tupiniquim.
Barack Obama mostrou-se fraco em relação aos assuntos internacionais. E pusilânime quanto nos internos. Pelo fato de não se impor perante o Congresso americano, acabou fortalecendo a oposição e muitos nos Estados Unidos já aventam com a possível volta da era Bush, o que nos dá verdadeira ânsia de vômito.
Na Europa ocorre o mesmo, Angela Merkel também não tem total controle do seu partido, muito menos da política alemã. O Reino Unido às voltas com todo tipo de ingerências, sem líderes que possam fazer algo de positivo. A França vive o dilema dos imigrantes necessários, além da carga horária de trabalho reduzida, o que engessa o país. Itália com o câncer chamado Mussolinni, opa, Berlusconni. São muitas más lideranças, ou liderança nenhuma.
Creio que os Estados Unidos não quebrarão, não ainda. Também estou convencido que a União Europeia sobreviverá a sua maior provação desde a inauguração. E o Brasil, bem, o Brasil tem mais com que se preocupar. A crise aqui não é financeira. É moral!
Em 1929, houve o Crash da Bolsa de Nova Iorque, que acabou contaminando todo o mundo em questão de meses. Hoje, a contaminação ocorre em tempo real. Além do mais, com o aperfeiçoamento da Globalização da economia e dos aportes de capitais voláteis de um lado para o outro acaba facilitando todo tipo de especulação, o que invariavelmente leva às crises.
O que mais preocupa nesse momento não é a crise em si, e sim a falta de lideranças positivas no mundo atual. Antes havia um John Maynard Keynes e um Roosevelt, nos Estados Unidos, além de vários outros espalhados pelo mundo, como Getúlio Vargas no Brasil, que apesar de populista foi essencial na formatação do capitalismo tupiniquim.
Barack Obama mostrou-se fraco em relação aos assuntos internacionais. E pusilânime quanto nos internos. Pelo fato de não se impor perante o Congresso americano, acabou fortalecendo a oposição e muitos nos Estados Unidos já aventam com a possível volta da era Bush, o que nos dá verdadeira ânsia de vômito.
Na Europa ocorre o mesmo, Angela Merkel também não tem total controle do seu partido, muito menos da política alemã. O Reino Unido às voltas com todo tipo de ingerências, sem líderes que possam fazer algo de positivo. A França vive o dilema dos imigrantes necessários, além da carga horária de trabalho reduzida, o que engessa o país. Itália com o câncer chamado Mussolinni, opa, Berlusconni. São muitas más lideranças, ou liderança nenhuma.
Creio que os Estados Unidos não quebrarão, não ainda. Também estou convencido que a União Europeia sobreviverá a sua maior provação desde a inauguração. E o Brasil, bem, o Brasil tem mais com que se preocupar. A crise aqui não é financeira. É moral!
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domingo, 29 de maio de 2011
NÓS, O BOLSONARO E OS GAYS...
Graças àquele filhote da ditadura, o senhor Jair Bolsonaro, temos hoje que aturar todo tipo de vã discussão acerca da sexualidade alheia, não que eu seja contra qualquer manifestação pacífica de qualquer que seja a motivação, quer sexual, quer racial ou econômica.
O problema é que as minorias agora conseguem mais notoriedade e de maneira rápida, tudo por conta de alguns preconceituosos que no afã de esmagar a minoria deu, de mão beijada, as armas que tanto precisavam. Se não houvesse idiotas (e parecem que são maioria, pelo menos na TV), as minorias seriam tratadas e respeitadas sem tanto alarde.
Agora, a nova celeuma é em relação ao kit gay que será distribuído nas escolas (não é um kit composto de camisinha e ky, e sim um material anti-homofobia). Considero essa questão da sexualidade algo que deveria ser restrito às famílias. As escolas brasileiras se mostram incompetentes para seu dever mais básico, que é o de ensinar o B, A BÁ, imagina se meter na escolha sexual dos jovens... seria um desastre sem tamanho.
Não vemos na escola o mínimo de acerto em questões simples de serem debeladas como o combate ao analfabetismo e a universalidade do ensino. Escolas caindo aos pedaços, professores mal pagos, negligência dos governantes. E querem que eu ensine aos filhos da nação a escolher que armas deverão usar na hora do sexo? Ora, senhores, afastem de nós, professores, esse cálice. Nesse quesito o falecido Eneas diz a mais básica das verdades.
Voltando ao retrógrado do Bolsonaro, sua idéia do que é certo e errado deveria ficar restrito apenas ao seu circulo de vivência. As pessoas que como ele pensam em voltar aos tempos da barbárie. Só que, por causa de suas idéias, muitos fanfarrões irão crescer e aparecer, chegando inclusive ao poder em breve.
Depois de termos um afro-descendente na presidência (o FHC se dizia negro), tivemos um trabalhador (Lula), uma mulher (Dilma) e em breve teremos um gay. Eu votaria em Jean Willys nas próximas eleições, se o voto fosse facultativo, é claro. Seria um voto pelo orgulho gay (apesar de eu ser héterossexual de carteirinha) e pela defesa das minorias (apesar de fazer parte da maioria, mestiço, trabalhador, pobre e obrigado a votar).
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domingo, 17 de abril de 2011
Arma de jeito nenhum, ou cada caso é um caso?
Sou totalmente contra a utilização de armas.
Arma é para os covardes. O homem de verdade não precisa dessa muleta.
A violência começa na presunção.
Porém, sou a favor de uma lei que contemple seu uso sob determinadas circustancias. Como vivemos em um país de dimensões continentais e com fronteiras onde há diversos tipos de embates. Onde os povos indígenas se armam. Onde há florestas, bosques e locais descampados, em que animais selvagens podem fazer dos humanos suas vítimas potenciais. Não há como se negar que as armas serão úteis nesses casos.
Agora, armas nas mãos de qualquer um é só nos filmes de farwest. Nos grandes centros deve prevalecer o bom senso, nada de armas nas mão de pessoas desabilitadas e principalmente de quem supostamente as tem em casa pensando que isso lhe daria uma vantagem em relação a algum bandido que por ventura venha a invadir seu domicílio.
Só em filme de bang-bang que o mocinho saca a arma e atira mais rápido que o bandido.
Sou a favor da prevenção e previsão. Se as pessoas passarem a ter atitudes proativas, e ensinarem seus filhos a tê-las também, dificilmente será necessário ter uma arma em casa. Hábitos como trancar portões e portas, não delongar em conversas nas imediações da casa em certos locais onde sabe-se que há perigo. Ter por hábito a mudança no itinerário para evitar o óbvio de ser facilmente seguido, também já ajuda.
Não imputo nas armas o maior dos males. Sou totalmente contra a proibição. Mas, sou totalmente a favor que seja dado o direito de possuí-las apenas aos entes do Estado, preparados para usá-las e aos cidadão que vivem em locais ermos em selvas ou descampados.
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terça-feira, 12 de abril de 2011
Segurança já! Ou virão mais tragédias,
Bem antes do que eu esperava, já começaram os malucos de plantão a seguir o exemplo do demente do massacre de Realengo. Já aconteceram tentativas de incidentes como esse em uma escola de Bangu no dia 11, e em Goiânia e Campos no dia anterior. Na página do seu Orkut, que a Google rapidamente tirou do ar, há a menção de que ele faria o que fez, dando a entender que haveria algo como o massacre de Columbine. Os demais dementes que conversavam com ele via Orkut e mantinham essa chama da maldade acesa deveriam ser observados bem de perto pelas autoridades policiais.
Um erro comum que estamos todos nós cometendo é voltarmos às nossas rotinas. Voltar a vidinha simples e calma será deixar as costas vulneráveis para novos ataques desse tipo. Outro erro é a divulgação do conteúdo das cartas desse débil em rede nacional. Nessas cartas há escondido códigos que farão disparar na mente dos demais ‘loucos’, como ele, mensagens dormentes de novos ataques. Em quase todos os países onde ocorreram fatos assim, tempos depois notou-se que repetiam-se essas atitudes. Nos Estados Unidos, após o massacre de Columbine, pipocaram outros doze mais.
A secretária de educação, em recente entrevista, disse que não transformará as nossas escolas em bunkers. Que a escola é lugar de convívio da sociedade e deve ser aberta. Como forma de mostrar coragem isso foi uma bela propaganda. Porém, a garantia de que esse fato lamentável não se repetirá ninguém deu. Perguntaria pra secretária, para o prefeito e para o governador se seus filhos e netos estudaram ou estudam em escolas abertas.
Na retórica tudo é muito bonito. As vezes chego a me emocionar com o que eles dizem. Só não choro mesmo porque sei que os filhos e netos dessa gente estudam nos São Bentos, verdadeiro mosteiro inacessível, nos Israelitas, nos Santo Agostinhos, nos Santos Ignácios e nos Colégios Americanos da vida. coitadinhos, não é? Escolas simplesinhas e sem nenhum guarda na porta. Tremendamente vulneráveis para os ataques destes pirados de plantão que já leram na cartinha daquele infeliz as ordens para fazer mais atrocidades.
O que custa para a prefeitura colocar dois guardas municipais em cada escolas? Pensando de maneira prática nem precisaria mexer em muitas coisas. Bastaria realocar os guardas que ficar fingindo que estão tomando conta do trânsito e aqueles que, não estão fingindo, enchem os camelôs de porrada quase todo dia e colocá-los nas escolas. Eu no lugar do prefeito colocaria um casal. Uma guarda e um guarda. Isso seria ótimo até mesmo como influência positiva para as crianças que precisam de exemplos de profissões que num futuro bem próximo poderão exercer.
Eu devo viver em outro mundo. E esse mundo deve ser cheio de maldade. Minha mente deve ser poluída demais, pois vejo o mal por todo lado. No meu mundo, qualquer um compra arma da mão de qualquer imbecil. No meu mundo tem gente capaz de qualquer maldade, mas parece que no da secretaria, do prefeito e do governador não.
Penso dessa maneira: se um louco que não tem nada a perder na vida fez uma tremenda cagada e, apesar de ter morrido ou se matado, ficou famoso no mundo todo, aparecendo na CNN, NHK, Fox-News, etc. quem garante que outros doidos varridos, sem nada a perder não pegarão suas cruzes e seguirão o seu messias?
Governador, prefeito, secretária... por favor, olhai por nós pobres mortais.
Mortais mesmo.
Um erro comum que estamos todos nós cometendo é voltarmos às nossas rotinas. Voltar a vidinha simples e calma será deixar as costas vulneráveis para novos ataques desse tipo. Outro erro é a divulgação do conteúdo das cartas desse débil em rede nacional. Nessas cartas há escondido códigos que farão disparar na mente dos demais ‘loucos’, como ele, mensagens dormentes de novos ataques. Em quase todos os países onde ocorreram fatos assim, tempos depois notou-se que repetiam-se essas atitudes. Nos Estados Unidos, após o massacre de Columbine, pipocaram outros doze mais.
A secretária de educação, em recente entrevista, disse que não transformará as nossas escolas em bunkers. Que a escola é lugar de convívio da sociedade e deve ser aberta. Como forma de mostrar coragem isso foi uma bela propaganda. Porém, a garantia de que esse fato lamentável não se repetirá ninguém deu. Perguntaria pra secretária, para o prefeito e para o governador se seus filhos e netos estudaram ou estudam em escolas abertas.
Na retórica tudo é muito bonito. As vezes chego a me emocionar com o que eles dizem. Só não choro mesmo porque sei que os filhos e netos dessa gente estudam nos São Bentos, verdadeiro mosteiro inacessível, nos Israelitas, nos Santo Agostinhos, nos Santos Ignácios e nos Colégios Americanos da vida. coitadinhos, não é? Escolas simplesinhas e sem nenhum guarda na porta. Tremendamente vulneráveis para os ataques destes pirados de plantão que já leram na cartinha daquele infeliz as ordens para fazer mais atrocidades.
O que custa para a prefeitura colocar dois guardas municipais em cada escolas? Pensando de maneira prática nem precisaria mexer em muitas coisas. Bastaria realocar os guardas que ficar fingindo que estão tomando conta do trânsito e aqueles que, não estão fingindo, enchem os camelôs de porrada quase todo dia e colocá-los nas escolas. Eu no lugar do prefeito colocaria um casal. Uma guarda e um guarda. Isso seria ótimo até mesmo como influência positiva para as crianças que precisam de exemplos de profissões que num futuro bem próximo poderão exercer.
Eu devo viver em outro mundo. E esse mundo deve ser cheio de maldade. Minha mente deve ser poluída demais, pois vejo o mal por todo lado. No meu mundo, qualquer um compra arma da mão de qualquer imbecil. No meu mundo tem gente capaz de qualquer maldade, mas parece que no da secretaria, do prefeito e do governador não.
Penso dessa maneira: se um louco que não tem nada a perder na vida fez uma tremenda cagada e, apesar de ter morrido ou se matado, ficou famoso no mundo todo, aparecendo na CNN, NHK, Fox-News, etc. quem garante que outros doidos varridos, sem nada a perder não pegarão suas cruzes e seguirão o seu messias?
Governador, prefeito, secretária... por favor, olhai por nós pobres mortais.
Mortais mesmo.
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sábado, 9 de abril de 2011
A tragédia anunciada e a anunciação de mais tragédias
Pearl Jam - Jeremy por steveo_russianspy
Para enfatizar que a tragédia recente em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro era previsível devido ao crescimento econômico do país e aos ganhos reais acima da inflação dos salários mínimos em detrimento dos salários médios pagos as classes medias, coloquei este vídeo do meu Grupo de Rock predileto, o Pearl Jam, que considero estar a frente do nosso tempo em suas temáticas.
Passo a destrinchar em conjunto com quem me lê a letra e a conjuntura em que a musica foi criada e o porquê dela ter sido produzida. Mero exercício de hermenêutica. Como sempre fazemos por aqui.
Jeremy: a letra
At home
Drawing pictures of mountain tops
With him on top, lemon yellow Sun
Arms raised in a "V"
The dead lay in pools of maroon below
Daddy didn't give attention
To the fact that mommy didn't care
King Jeremy the wicked
Oh, ruled his world
(2x)
Jeremy spoke in class today
Clearly I remember
Picking on the boy
Seemed a harmless little fuck
Oh, but we unleashed a lion
Gnashed his teeth
And bit the recess lady's breast
How could I forget?
And he hit me with a surprise left
My jaw left hurting
Oh, dropped wide open
Just like the day
Oh, like the day I heard
Daddy didn't give affection, no
And the boy was something
That mommy wouldn't wear
King Jeremy the wicked
Oh, ruled his world
(3x)
Jeremy spoke in class today
Try to forget this (Try to forget this)
Try to erase this (Try to erase this)
From the blackboard
(2x)
Jeremy spoke in class today
Jeremy: a tradução
Em casa
Desenhando figuras de topos de montanhas
Com ele no topo, sol amarelo limão
Braços erguidos em V
Os mortos estendidos em poças de cor marron embaixo deles
Papai não deu atenção
Para o fato de que a mamãe não se importava
Rei Jeremy, o perverso
Governou seu mundo
Jeremy falou na aula de hoje
Jeremy falou na aula de hoje
Me lembro claramente
Perseguindo o garoto
Parecia uma sacanagem inofensiva
Mas nós libertamos um leão
Que rangeu os dentes
e mordeu os seios da menina na hora do intervalo
Como eu poderia esquecer
E me acertou com um soco de esquerda de surpresa
Meu maxilar ficou machucado
Deslocado e aberto
Assim como no dia
Como dia em que ouvi
Papai não dava carinho
E o garoto era algo
Que mamãe não aceitaria
Rei Jeremy, o perverso
Governou seu mundo
(3x)
Jeremy falou na aula de hoje
Tente esquecer isto
Tente apagar isto
Do quadro negro
(2x)
Jeremy falou na aula de hoje
(2x)
Jeremy falou
Falou
Jeremy falou na aula de hoje
Eddie Weder, o letrista e cantor da banda, se coloca no lugar de um daqueles que perpetravam toda sorte de encarnação e deboche contra o menino esquisito da classe. Na letra e no video, mostra-se uma mente atormentada de alguém que sofria do desrespeito de outros e a ignorância dos pais que estavam mais preocupados com suas cerimônias do que com as dores de seu filho. Claramente se remetendo aos ganhos daclasse média americana dos anos 90, onde o trabalho vem na frente do bem-estar, e as famílias estão presas ao molde fabil de então (os pais sentados à mesa e o filho ignorado). Seus desenhos mostravam o conturbado mundo que o cercava e o assustava. E retratavam sua confusa mente. Era o estopim para a tragédia.
O sentido era de alertar para a mazela social do bulling que sempre ocorreu na sociedade norte-americana e na nossa com menos danos psicológicos. O que desencadeia as tragédias são fatores que passam pela melhor qualidade de vida e condições financeiras de um país e de uma população. Passam pela deficiente atenção dos familiares às suas crianças, presas fáceis, devido aos compromissos de trabalhos e sociais. Passa pelo ócio remunerado e pela falta de atividades produtivas para os jovens. Passa pela alienação e pela lavagem cerebral produzida pelos meios de comunicações massivos como a televisão e pela internet. Passa, invariavelmente, pela distorção dos valores sexuais, morais, éticos e religiosos. E, por fim, pela desigualdade de oportunidades sociais.
Até meados da década passada seria impensável que alguém subemempregado, como o autor do delito, teria condições de comprar um revolver, quanto mais dois e além disso vários carregadores. A culpa não é do crescimento econômico e do aumento significativo do salário mínimo, e sim da falta de prevenção e da total alienação dos nossos governates com as causas e efeitos desse tipo de acontecimento nos países em que ocorreram. Aqui com certeza tratarão o caso como isolado e que o brasileiro é pacífico demais para repetir esse ato insano.
Não podemos nos trancar em casa e nem fazer isso com nossas crianças, mas há que se ter maior vigilância, tanto em casa, quanto ao que nossos pequenos vêem nos canais de televisão, escutam em rádios e CDs e acessam na internet, pois existem muitos métodos de lavagens cerebrais e controles da mente que só pensávamos existir nos filmes de ficção cientifica, mas que permeiam o nosso cotidiano.
Ou você acha que aquele cheiro exagerado do pãozinho recém saído do forno no supermercado é natural?
Olhos, ouvidos e mentes sempre abertos.
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Pior é que não parará só nisso...
Quaisquer semelhanças não serão mais meras coincidências. A Caixa de Pandora foi aberta e temos, todos nós, aqueles que ainda estamos sãos, cuidar para que isso não se repita mais. A realidade imitou a ficção que imita cotidianamente a realidade. Estou começando hoje a me preparar para essa guerra. O nosso país cresceu e as mazelas do Primeiro Mundo chegaram. Isso foi só o começo. Governantes, olhai por nós!
Lamentavelmente no dia sete deste mês do corrente ano, uma tragédia decaiu sobre o bairro de Realengo, onde um desequilibrado invadiu uma escola e executou sumariamente cerca de doze crianças em sua maioria meninas na faixa etária que vai dos doze aos quinze anos.
Esse doente abriu um perigoso precedente. Muitos como ele estão vendo a repercussão do caso e notando a fama dele e a divulgação pela mídia sensacionalista. Aos governantes cabe mudar a maneira como as escolas são geridas. Qualquer um entra e sai das escolas públicas a hora que querem e conduzindo o que querem.
Não consigo imaginar que numa repartição pública onde só tem adulto e papelada, as pessoas não entram a qualquer hora e muitas vezes são revistadas, ou então são submetidos a detectores de metais. Enquanto numa escola, cheio de crianças (NOSSOS FILHOS), qualquer um entra carregando qualquer tipo de coisa.
Trabalho em escola há 12 anos e já fui agredido por um aluno desequilibrado (só que sei me defender e bem), mas já vi muitas professoras serem ameaçadas e apanharem (minha cunhada está afastada pela psiquiatria após apanhar de duas mães e teve o rosto quase desfigurado).Sem contar os assaltos, tráfico de drogas e roubo de carros nas dependências da escola e no seu entorno. Isso tudo acontece porque não temos segurança nenhuma nas escolas.
Até quando a escola será uma espécie de quintal (ou pior latrina) da comunidade.
Esse papo de comunidade ser amiga da escola é bonito só na retórica.
Na maioria das escolas que conheço a escola é vista com desdém e muitas vezes a própria comunidade depreda e os assaltos são comuns, inclusive perpetrados por ex-alunos.
O próprio policial militar, que foi o herói e anjo da guarda dos sobreviventes devido a sua competência em serviço, cantou a pedra para as autoridades quando disse que se tivesse chegado cinco minutos antes teria evitado muitas mortes. Nas entrelinhas ele quis dizer que se tivesse um policial na escola como acontece nos Estados Unidos das Américas fatos desta monta seriam muito difíceis de ocorrer.
Polícia nas escolas, para um país como o nosso que precisa da polícia nas ruas atuando, eu acho exagero, mas por qual motivo os guardas municipais ficam aquartelados ou então na rua batendo em camelô e dando multas pra quem não dá o arrego (já aconteceu comigo)? Poderia colocar dois deles em cada escolas e a ronda escolar passando no entorno para dar o suporte necessário. Além do mais, há uma Lei a ser votada e aprovada que obriga a colocação de detector de metais nas entradas das escolas.
E em relação às medidas sócio-educativas a escola deveria combater as agressões pessoais por motivos fúteis, racistas e sexistas e o preconceito religioso. Mas a dificuldade está no material humano disponível. Somos professores muito mal preparados, com pouco estudo e na maioria das vezes desmotivados.
Numa escola modelo o ideal seria um trabalho de base, de conscientizar as crianças e os jovens sobre evitar a qualquer custo a violência e o bulling. O mais difícil é isso. Quem quer fazer esse trabalho? Quem fará? É interessante pros nosso mandantes? A maioria dos professores são 'profissionais' empenhados em vencer esses desafios? As famílias estão interessadas em ajudar? A sociedade respeita e valoriza seus profissionais da educação?
Repare nos videos se o bulling não é parte integrante da nossa vida, e as vezes até nos divertimos quando acontece com outrém, mas, uma coisa podemos garantir quem sofre não esquece, não recalca direito e isso pode vir a tona mais tarde, como umsurto psicótico ou como uma vingança, como a deste demente que a preferiu como um prato frio, regado a muito sangue inocente, pois as pessoas que fizeram a violência contra ele foram de outra época e estão assistindo a isso tudo longe de suas balas.
A resposta pra todas essas perguntas é uma só: não.
Em uma sociedade em que se paga mais ao policial do que ao professor do ensino básico (e ambos ganham uma miséria), os resultados serão esses.
É a lei da oferta desumanizada e da demanda perversa.
Estou afirmando aqui que isso se repetirá, é bom que a sociedade esteja preparada.
Não sou profeta, mas não sou burro.
Lamentavelmente no dia sete deste mês do corrente ano, uma tragédia decaiu sobre o bairro de Realengo, onde um desequilibrado invadiu uma escola e executou sumariamente cerca de doze crianças em sua maioria meninas na faixa etária que vai dos doze aos quinze anos.
Esse doente abriu um perigoso precedente. Muitos como ele estão vendo a repercussão do caso e notando a fama dele e a divulgação pela mídia sensacionalista. Aos governantes cabe mudar a maneira como as escolas são geridas. Qualquer um entra e sai das escolas públicas a hora que querem e conduzindo o que querem.
Não consigo imaginar que numa repartição pública onde só tem adulto e papelada, as pessoas não entram a qualquer hora e muitas vezes são revistadas, ou então são submetidos a detectores de metais. Enquanto numa escola, cheio de crianças (NOSSOS FILHOS), qualquer um entra carregando qualquer tipo de coisa.
Trabalho em escola há 12 anos e já fui agredido por um aluno desequilibrado (só que sei me defender e bem), mas já vi muitas professoras serem ameaçadas e apanharem (minha cunhada está afastada pela psiquiatria após apanhar de duas mães e teve o rosto quase desfigurado).Sem contar os assaltos, tráfico de drogas e roubo de carros nas dependências da escola e no seu entorno. Isso tudo acontece porque não temos segurança nenhuma nas escolas.
Até quando a escola será uma espécie de quintal (ou pior latrina) da comunidade.
Esse papo de comunidade ser amiga da escola é bonito só na retórica.
Na maioria das escolas que conheço a escola é vista com desdém e muitas vezes a própria comunidade depreda e os assaltos são comuns, inclusive perpetrados por ex-alunos.
O próprio policial militar, que foi o herói e anjo da guarda dos sobreviventes devido a sua competência em serviço, cantou a pedra para as autoridades quando disse que se tivesse chegado cinco minutos antes teria evitado muitas mortes. Nas entrelinhas ele quis dizer que se tivesse um policial na escola como acontece nos Estados Unidos das Américas fatos desta monta seriam muito difíceis de ocorrer.
Polícia nas escolas, para um país como o nosso que precisa da polícia nas ruas atuando, eu acho exagero, mas por qual motivo os guardas municipais ficam aquartelados ou então na rua batendo em camelô e dando multas pra quem não dá o arrego (já aconteceu comigo)? Poderia colocar dois deles em cada escolas e a ronda escolar passando no entorno para dar o suporte necessário. Além do mais, há uma Lei a ser votada e aprovada que obriga a colocação de detector de metais nas entradas das escolas.
E em relação às medidas sócio-educativas a escola deveria combater as agressões pessoais por motivos fúteis, racistas e sexistas e o preconceito religioso. Mas a dificuldade está no material humano disponível. Somos professores muito mal preparados, com pouco estudo e na maioria das vezes desmotivados.
Numa escola modelo o ideal seria um trabalho de base, de conscientizar as crianças e os jovens sobre evitar a qualquer custo a violência e o bulling. O mais difícil é isso. Quem quer fazer esse trabalho? Quem fará? É interessante pros nosso mandantes? A maioria dos professores são 'profissionais' empenhados em vencer esses desafios? As famílias estão interessadas em ajudar? A sociedade respeita e valoriza seus profissionais da educação?
Repare nos videos se o bulling não é parte integrante da nossa vida, e as vezes até nos divertimos quando acontece com outrém, mas, uma coisa podemos garantir quem sofre não esquece, não recalca direito e isso pode vir a tona mais tarde, como umsurto psicótico ou como uma vingança, como a deste demente que a preferiu como um prato frio, regado a muito sangue inocente, pois as pessoas que fizeram a violência contra ele foram de outra época e estão assistindo a isso tudo longe de suas balas.
A resposta pra todas essas perguntas é uma só: não.
Em uma sociedade em que se paga mais ao policial do que ao professor do ensino básico (e ambos ganham uma miséria), os resultados serão esses.
É a lei da oferta desumanizada e da demanda perversa.
Estou afirmando aqui que isso se repetirá, é bom que a sociedade esteja preparada.
Não sou profeta, mas não sou burro.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
QUESTÕES DE GEOGRAFIA: 3ª SÉRIE
1- É o processo de mundialização da economia. Estamos falando de:
(A) Globalização
(B) Revolução Industrial
(C) Grandes Navegações
(D) Cruzadas
2- Atividades de transformação, da mineração e da produção energética até as indústrias de manufatura e de construção civil. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
3- Atividades que estão diretamente relacionadas à natureza: a agricultura, a pecuária, a caça, a pesca e a silvicultura. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
4- Atividades do comércio, da prestação de serviços, do funcionalismo público, etc. serviços de alto nível técnico (bancos, seguros e profissionais liberais). Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
5- Serviço doméstico, comércio varejista, camelôs e artesanato. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
6- Estuda o desenvolvimento territorial, a distribuição demográfica e a riqueza dos países; a política e os fenômenos sociais; vê o estado segundo o espaço. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
7- Estuda as relações internacionais vê o espaço segundo o estado. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
8- Estuda a inter-relação do meio físico com a economia, as atividades econômicas humanas e os efeitos da expansão ou declínio industrial e o planejamento urbano e rural. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
9- Pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em desempregados e população ocupada. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
10- Pessoas que não estão empregadas como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
(A) Globalização
(B) Revolução Industrial
(C) Grandes Navegações
(D) Cruzadas
2- Atividades de transformação, da mineração e da produção energética até as indústrias de manufatura e de construção civil. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
3- Atividades que estão diretamente relacionadas à natureza: a agricultura, a pecuária, a caça, a pesca e a silvicultura. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
4- Atividades do comércio, da prestação de serviços, do funcionalismo público, etc. serviços de alto nível técnico (bancos, seguros e profissionais liberais). Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
5- Serviço doméstico, comércio varejista, camelôs e artesanato. Que setor da economia é esse?
(A) Primário
(B) Secundário
(C) Terciário inferior
(D) Terciário superior
6- Estuda o desenvolvimento territorial, a distribuição demográfica e a riqueza dos países; a política e os fenômenos sociais; vê o estado segundo o espaço. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
7- Estuda as relações internacionais vê o espaço segundo o estado. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
8- Estuda a inter-relação do meio físico com a economia, as atividades econômicas humanas e os efeitos da expansão ou declínio industrial e o planejamento urbano e rural. Estamos nos referindo a:
(A) Geopolítica
(B) Geografia política
(C) Geografia econômica
(D) Geografia agrária
9- Pessoas que trabalham em um dos setores formais da economia ou que estão a procura de emprego. Subdividi-se em desempregados e população ocupada. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
10- Pessoas que não estão empregadas como crianças, velhos, deficientes, estudantes, etc., ou que não exercem atividades remuneradas como donas de casa. Estamos falando de:
(A) PEA (População Economicamente Ativa)
(B) PEI ou PNEA (população Economicamente Inativa)
(C) PIB (Produto Interno Bruto)
(D) IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)
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QUESTÕES DE GEOGRAFIA: 2ª SÉRIE
1- Média de habitantes por quilômetros quadrados, divisão da população absoluta pela área de um local. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
2- Número de crianças nascidas para cada grupo de mil pessoas. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
3- Número de mortes em grupos de mil pessoas ocorridas em um ano em relação ao total da população. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
4- Diferença entre a taxa de natalidade e a de mortalidade, em porcentagem, é a única forma de crescimento ou redução da população mundial. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
5- Ação do governo em estimular ou dificultar novos nascimentos. Complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, são políticas natalistas. Sobretaxas de imposto para pais que têm mais filhos ou políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, são políticas antinatalistas. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
6- Tentativa de controlar o número de filhos, usando-se métodos de contracepção, para evitar a gravidez, ou a esterilização, de modo definitivo e o “aborto”. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
7- Entrada de pessoas vindas de fora do lugar em questão é a:
(A) Invasão
(B) Imigração
(C) Emigração
(D) Expulsão
8- Saída de pessoas do lugar em questão é a:
(A) Invasão
(B) Imigração
(C) Emigração
(D) Expulsão
9- Descompasso entre as condições sócio-econômicas da população e à área ocupada independe da densidade demográfica. Estamos falando de:
(A) Grupos étnicos
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Superpovoamento
10- São os negros (africanos), os brancos (europeus), os amarelos (asiáticos), os vermelhos (indígenas) e os mestiços (cafuzos, caboclos, mameluco e mulatos). Estamos falando de:
(A) Grupos étnicos
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Superpovoamento
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
2- Número de crianças nascidas para cada grupo de mil pessoas. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
3- Número de mortes em grupos de mil pessoas ocorridas em um ano em relação ao total da população. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
4- Diferença entre a taxa de natalidade e a de mortalidade, em porcentagem, é a única forma de crescimento ou redução da população mundial. Estamos falando de:
(A) Taxa de mortalidade
(B) Taxa de natalidade
(C) Crescimento vegetativo
(D) Densidade demográfica
5- Ação do governo em estimular ou dificultar novos nascimentos. Complementação salarial para auxílio aos pais que têm mais filhos ou aumento de impostos para os jovens de uma certa idade que ainda não tenham filhos, são políticas natalistas. Sobretaxas de imposto para pais que têm mais filhos ou políticas diretas de controle da natalidade como liberação do aborto ou distribuição de anticoncepcionais, são políticas antinatalistas. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
6- Tentativa de controlar o número de filhos, usando-se métodos de contracepção, para evitar a gravidez, ou a esterilização, de modo definitivo e o “aborto”. Estamos falando de:
(A) Planejamento familiar
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Controle de natalidade
7- Entrada de pessoas vindas de fora do lugar em questão é a:
(A) Invasão
(B) Imigração
(C) Emigração
(D) Expulsão
8- Saída de pessoas do lugar em questão é a:
(A) Invasão
(B) Imigração
(C) Emigração
(D) Expulsão
9- Descompasso entre as condições sócio-econômicas da população e à área ocupada independe da densidade demográfica. Estamos falando de:
(A) Grupos étnicos
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Superpovoamento
10- São os negros (africanos), os brancos (europeus), os amarelos (asiáticos), os vermelhos (indígenas) e os mestiços (cafuzos, caboclos, mameluco e mulatos). Estamos falando de:
(A) Grupos étnicos
(B) Densidade demográfica
(C) Política demográfica
(D) Superpovoamento
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