| ALUNO | Aval. 1 |
| ALAN HENRIQUE POSSIDONIO EVARISTO DA SILVA | 1,5 |
| ALEXANDRE DA SILVA CORRÊA | |
| ALINE LEAL MIRANDA | 8 |
| ANA PAULA FERREIRA AVELINO DA SILVA | 8 |
| BÁRBARA VITÓRIA SANTANA | |
| BRENDA MARIANO DA CRUZ | |
| CAMILA CRISTINA PEREIRA | |
| CARLOS EDUARDO DA SILVA PIMENTA | |
| CARLOS HENRIQUE BARBOSA BELMIRO | 6 |
| CREUZA DE JESUS SANTOS | |
| DAYANA MENDES FERREIRA | 8 |
| EDUARDO HENRIQUE CORDEIRO DA SILVA DIAS | |
| FABIANO LESSA DIOGO | 6 |
| GISELE DA SILVA MACHADO | |
| GLORIA MARIA PEREIRA BITTENCOURT | 9 |
| JANETE DA CONCEIÇÃO FREITAS DA SILVA | |
| JAQUELINE COSTA | 6 |
| JESSICA VALÉRIA CARDOSO | |
| JONATHAN RODRIGUES DE OLIVEIRA | 7 |
| LUCIENE MARIA DA SILVA | |
| MARCELLE VIEIRA XAVIER COSTA | 6 |
| MARLON CAMILLO ALCANTARA DE SOUZA | |
| NIVEAN ALBERTO DOS SANTOS JUNIOR | 6 |
| PATRICIA DE SOUZA ONOFRE PRADO | 8 |
| PRISCILA DE SOUZA FERNANDES | |
| RICARDO PINTO RIBEIRO | |
| ROBERTA ALVES MARTINS | 6 |
| ROBSON DE PAULA MUDESTO | 6,0 |
| SEVERINO RAMOS DA SILVA | 6,0 |
| THAIS COSTA NUNES | |
| THIAGO DA SILVA SANTOS | 6,0 |
| TILMAR DE JESUS FERREIRA DA SILVA | 8,0 |
| WELLINTON FERNANDES ALVES DA SILVA | 8,0 |
Tudo sobre tudo e algo mais: Indicando a direção dos ventos do mundo! Um pouco de cada assunto de interesse. Cidade e Urbanização, Ecologia e Meio Ambiente, População e Demografia, Geoeconomia e Geopolítica, Etc.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
SIMULADÃO 2013 - NOTAS - TURMA NEJA 102
SIMULADÃO 2013 - NOTAS - TURMA 3002
| ALUNO | Aval. 1 |
| CLAUDIO LUIS NUNES DE OLIVEIRA | 7,5 |
| DANIEL MARCOS DA ASSUNÇÃO | 5 |
| DANILO BARBOSA DA SILVA | |
| DANILO DE ANDRADE MACEDO DA COSTA | |
| FABIO HUDSON LUIZ GOSSELEN CORRÊA | 6 |
| FLAVIA REGINA SOUZA DE OLIVEIRA | 8,5 |
| GILBERTO SALES | 7,5 |
| HELIOS ALBERTO MOORE | 7,5 |
| JEFFERSON REIS PEREIRA | 7 |
| MARCOS VINÍCIUS RODRIGUES SILVA | |
| MARIO RENATO MARTINS SANTIAGO JUNIOR | 8 |
| MICHELE DOS SANTOS MARIA | 6,5 |
| MONALISA DE SOUZA MARTINS DA SILVA | 7,5 |
| NAIANE FERREIRA PINTO SERRANO | |
| PALOMA BRAGA DE AZEVEDO LEAL | 8 |
| PAULO SERGIO BAPTISTA PEREIRA | 7 |
| RAQUEL MEDEIROS FERREIRA | 7,5 |
| REINALDO GONÇALVES NUNES | 8,5 |
| RENAN DOS SANTOS DE MATOS | 7,5 |
| RENATA RAMOS DE OLIVEIRA | |
| RENATA SABRINA DOMINGOS FERNANDES | |
| RENATO GONÇALVES NUNES | 8,5 |
| RICARDO PINTO RIBEIRO JUNIOR | |
| ROBERTA LETICIA FONSECA DE AGUIAR SANTANA | 5 |
| ROZANA PEREIRA DE BRITO | |
| SUELEN DOS SANTOS PINTO | 7 |
| THAIS MORGADO DE ARAUJO | 7 |
| THALES HENRIQUE | 8,5 |
| THAMIRIS SOUZA DA SILVA | 8,5 |
| THIAGO TADEU PENA MARIANO | 6 |
| VIVIANE DA CONCEIÇÃO PINTO | 8,5 |
| EDUARDO DE FREITAS | 5 |
| DIOGO RIBEIRO | 7,5 |
| GABRIELLE SILVA GOMES | 8,5 |
| SIRLUAN MILITIN THEODORO | 6,5 |
| AMANDA RAMOS DE MORAIS | 6,5 |
SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS
SISTEMA DE COORDENADAS GEOGRÁFICAS
A latitude e a longitude são chamadas de coordenadas geográficas, porque indicam a localização de qualquer ponto da
superfície da Terra. A Latitude é a distância do equador a um lugar da Terra, no
Hemisfério Norte ou no hemisfério sul. Linhas de Latitude: Trópico de
Câncer (23°30'N), Paralelo 20° N, Paralelo 10° N, Equador (0°), Paralelo 10° S, Paralelo 20° S
e Trópico
de Capricórnio (23°30'S).
A Longitude é a distância entre o meridiano de Greenwich e o
meridiano do lugar considerado. Medidas em graus, minutos e segundos. Linhas de Longitude: Meridiano de Greenwich (0º) e Linha
de Mudança de Data (180°).
projeçÕES
cartográficaS
São traçados de linhas
numa superfície plana, que representam os paralelos e os meridianos.
Para representar a esfericidade em um mapa que é plano, ocorrem certas
deformações no desenho. Quanto maior a superfície mapeada, mais a curvatura da
Terra apresentará distorções. As principais projeções são:
Projeção de Mercator (Gerard Mercator): inscreve-se num retângulo, com meridianos e
paralelos retilíneos e ortogonais. Um aperfeiçoamento consiste em projetar numa
esfera que, por sua vez é projetada no cilindro: é o sistema MTU = Mercator transverso universal ou
UTM, adotado em inúmeros países, serve para a redação dos mapas de grande ou de
média escala, entre os paralelos 80° N e S.
Projeções semelhantes: Os formatos das
figuras são mantidos, mas suas dimensões são alteradas;
Projeções
equivalentes:
As superfícies são preservadas, mas as figuras esféricas são deformadas;
Projeções afiláticas: Nesse tipo de
projeção procura-se um equilíbrio de forma a reduzir ao máximo as perdas.
Projeção polar ou
equatorial:
Toma-se a superfície a ser projetada com centro no pólo ou paralela ao plano do
equador;
Projeção transversa ou
meridiana: Centrada num ponto do Equador ou paralela a um plano meridiano;
Projeção oblíqua:
Centrada num ponto ou círculo qualquer da esfera.
CARTOGRAFIA
A CARTOGRAFIA
É a ciência e a arte de se representar a superfície terrestre por meio de
mapas, cartas e
plantas. Dividida em duas vertentes básicas: a sistemática e a temática. Hoje em
dia a cartografia é feita através de fotometria e de sensoriamento remoto por
satélite e, com a ajuda de computadores. A cartografia fornece os mapas,
fundamentais para a geografia.
mapaS
OU CARTAS GEOGRÁFICAS
Mapas ou cartas
geográficas descrevem uma porção do espaço, com suas características
qualitativas e quantitativas. Os mapas podem ser:
þ Físicos: representam o relevo de uma região (altitude e hidrografia);
þ Temáticos: destacam algum aspecto importante da realidade representada (vegetação,
clima, etc);
þ Políticos: informam sobre a divisão territorial de uma região.
ELEMENTOS QUE COMPÕEM O MAPA
Para desenhar mapas
dependemos de um sistema de localização com longitudes e latitudes, o sistema de coordenadas geográficas,
uma escala, uma projeção e símbolos.
Escalas
cartográficas
A escala mantém a
proporção com o objeto representado no mapa. Pode ser numérica ou gráfica.
LEGENDA E SÍMBOLOS CARTOGRÁFICOS
Todo mapa possui uma legendas
que explicam o significado dos pontos, linhas e cores. Os símbolos são desenhos que ajudam na
compreensão das informações.
Pontos Cardeais
e Pontos Colaterais
São pontos de
referência na orientação dos mapas, definidos a partir da observação do
movimento aparente do Sol. Por convenção chamamos de Leste o lado que
nasce o Sol e o oposto de Oeste, apontando a mão direita para o Leste, a
frente estará o Norte e às costas o Sul. Nos pontos colaterais os
nomes são formados pela combinação dos pontos cardeais, entre o Norte e
Leste temos o Nordeste; entre o Sul e o Leste o Sudeste;
entre o Sul e o Oeste o Sudoeste; entre o Norte e o Oeste
o Noroeste. Sua representação forma a rosa-dos-ventos.
BÚSSOLA E GPS
A bússola consiste
numa agulha imantada que gira sobre uma rosa-dos-ventos. Devido ao ponto
magnético da Terra, a agulha da bússola sempre aponta para o Norte. Hoje é mais
utilizado o GPS (Sistema de Posicionamento Geográfico) que se utiliza de
satélites para indicar com precisão a localização e a altitude.
domingo, 24 de março de 2013
ENTENDENDO OS CONCEITOS GEOGRÁFICO DE FRONTEIRA E DE TERRITÓRIO
FRONTEIRA:
A fronteira é o limite entre duas partes distintas, por exemplo, dois países, dois estados, dois municípios. As fronteiras representam muito mais do que uma mera divisão e unificação dos pontos diversos. Elas determinam também a área territorial precisa de um Estado, a sua base física. As fronteiras podem ser naturais a, geométricas ou arbitrárias; sendo delimitações territoriais e políticas que, através da proteção que garante aos seus estados, representa a autonomia e a soberania desses perante os outros.
TERRITÓRIO:
Território tem como principal conceito uma área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa ou de um grupo, de uma organização ou de uma instituição. No conceito tradicional de geografia, território é usado para estudar as relações entre espaço e poder desenvolvidas pelos Estados, especialmente os Estados nacionais. No contexto político, refere-se a superfície terrestre de um Estado, seja ele soberano ou não, ou também o o espaço físico sobre o qual o Estado exerce seu poder soberano. Para as teorias gerais de Estado, diplomacia, relações internacionais e nacionalidade, território é uma das condições para a existência e o reconhecimento de um país.
Território tem como principal conceito uma área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa ou de um grupo, de uma organização ou de uma instituição. No conceito tradicional de geografia, território é usado para estudar as relações entre espaço e poder desenvolvidas pelos Estados, especialmente os Estados nacionais. No contexto político, refere-se a superfície terrestre de um Estado, seja ele soberano ou não, ou também o o espaço físico sobre o qual o Estado exerce seu poder soberano. Para as teorias gerais de Estado, diplomacia, relações internacionais e nacionalidade, território é uma das condições para a existência e o reconhecimento de um país.
Assista as videoaulas dando ênfase ao conceito de
multiterritorialidade.
IDENTIFIQUE NOS VÍDEOS A UTILIZAÇÃO DISTINTA DO TERRITÓRIO
PELOS DIVERSOS GRUPOS SOCIAIS NOS VÁRIOS PERÍODOS DO DIA.
Assista ao vídeo Rio 40º, identificando o uso do
território, seus limites físicos e imaginários.
Nos videos abaixo identificar as diversas utilizações do
território.
Assista ao vídeo sobre a construção do território
brasileiro.
Assista o vídeo sobre o conflito árabe/judeu.
QUESTÕES.
·
Faça um resumo sobre o que você entendeu do
conceito de território.
·
Quais as utilização do espaço mostram a
multiterritorialidade no vídeo Rio 40º?
·
Faça um resumo sobre a formação do território
brasileiro.
·
Faça um resumo sobre o conflito entre árabes e
judeus.
CREIO QUE AGORA VOCÊ JÁ CONSEGUE COMPREENDER O CONCEITO E A IMPORTÂNCIA DAS FRONTEIRAS E DO TERRITÓRIO
domingo, 3 de março de 2013
NOSSO
BAIRRO: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS
Caros alunos do Nova-EJA,
Como sempre faço, peço que deem uma olhada nesse
tópico do blog, onde tentamos resumir a história do bairro de Bangu, nosso
lugar.
Sugiro que prestem atenção nos vídeos e visualizem
as fotos do antes e depois do bairro para que possam ‘ficar craques’ e na hora
da aula contribuam com questionamentos e respostas de excelente nível, como
vocês já fizeram nas aulas anteriores.
Fiquem os vídeos e as letras de duas músicas, uma
que fala das características de Bangu dos anos 40 e 50 e a outra do nosso
cotidiano atual.
Samba de Bangú
Samba de
Bangú
Bangú cidade do progresso
Orgulho na moda nacional
O samba já tem o seu ingresso
Teu nome hoje é universal
É prá lá qu eu vou
Adeus Grajaú
Vou sambar lá em Bangú
No velho esporte
Tua fama não desliza
Teve um Domingos da Guia
Sem falar no mestre Ziza
É prá lá que eu vou
Adeus Grajaú
Vou sambar
Lá em bangú.
Bangú cidade do progresso
Orgulho na moda nacional
O samba já tem o seu ingresso
Teu nome hoje é universal
É prá lá qu eu vou
Adeus Grajaú
Vou sambar lá em Bangú
No velho esporte
Tua fama não desliza
Teve um Domingos da Guia
Sem falar no mestre Ziza
É prá lá que eu vou
Adeus Grajaú
Vou sambar
Lá em bangú.
Bangu 40°
Bangu 40°
O ar condicionado
é prenuncio de outro verão
o sol à pino e a temperatura
balançam meu coração
os corpos suados trafegam
em várias direções
bebida gelada, sorvete, borracha
em nossos portões
e eu aqui suado outra vez (x2)
Os olhos arregalados
Pedintes na rua sob guarda-sóis
ambulantes com seus isopores
matando a sede de todos nós
parado em alguma marquise
fugindo do grande astro-rei
crianças chorando em sinais
das 12 horas do jeito q eu sei
e eu aqui suado outra vez (x2)
Ruas vazias, fechadas janelas
paisagem distante em nossa aquarela
Igrejas vazias, ninguém morreu
Me desculpe Fernanda Abreu
Bangu 40° sou eu
Mas me desculpe Fernanda Abreu
Bangu 40° sou eu.
O ar condicionado
é prenuncio de outro verão
o sol à pino e a temperatura
balançam meu coração
os corpos suados trafegam
em várias direções
bebida gelada, sorvete, borracha
em nossos portões
e eu aqui suado outra vez (x2)
Os olhos arregalados
Pedintes na rua sob guarda-sóis
ambulantes com seus isopores
matando a sede de todos nós
parado em alguma marquise
fugindo do grande astro-rei
crianças chorando em sinais
das 12 horas do jeito q eu sei
e eu aqui suado outra vez (x2)
Ruas vazias, fechadas janelas
paisagem distante em nossa aquarela
Igrejas vazias, ninguém morreu
Me desculpe Fernanda Abreu
Bangu 40° sou eu
Mas me desculpe Fernanda Abreu
Bangu 40° sou eu.
QUESTÕES SUGERIDAS:
Baseando-se nos vídeos e nas letras das músicas responda:
O bairro se desenvolveu no entorno e em função da
fábrica. Depois passou por muitas modificações.
Identifique algumas mudanças na paisagem do lugar.
Por que Bangu é o bairro mais inglês do Rio de
Janeiro?
Os vídeos sobre a história de Bangu e a música ‘Samba
de Bangu’, mostram que Bangu era a capital da moda no Brasil, mas devido a
mudanças técnicas e tecnológicas a Fábrica de Tecidos Bangu deixou de ser
competitiva. Com isso o bairro passou por uma fase prolongada de decadência. Hoje
a fábrica tem nova função.
Qual é essa nova função?
Essa nova função ajudou a desenvolver o bairro? Por
quê?
A música Bangu 40º é uma paródia ao Rio 40º de
Fernanda Abreu. Nela a verdadeira localidade onde os termômetros batem recordes
de temperatura seria em Bangu. Em sua opinião, o que embasaria essa afirmação?
Identifique os problemas sociais descritos na letra
desta música.
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